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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Dilúvio na Madeira

Desde sábado que somos bombardeados com imagens chocantes que, despropositadamente nos arrancam um agónico suspiro, da outrora “Pérola do Atlântico”. A Madeira, local paradisíaco preferido por muitos turistas, sofreu no passado dia 20 de Fevereiro as piores cheias dos últimos 100 anos.



Segundo um alerta emitido na noite anterior aos madeirenses, havia um grande risco de ocorrência de fenómenos atmosféricos adversos. Previam-se fortes chuvas, trovoada e ventos de 120 km/h nas zonas de montanha. A Protecção Civil avisou os habitantes do arquipélago para os devastadores riscos dos percursos, tanto a pé como de automóvel, nas zonas montanhosas ou nas vertentes expostas.

Actualmente, a cidade do Funchal depara-se com uma situação de caos generalizado: pontes destruídas, habitações e outros edifícios inundados, estradas inviáveis à circulação devido à lama, árvores e pedregulhos e dificuldades com as comunicações que impossibilitam o contacto com as autoridades são apenas alguns dos efeitos destas cheias que já causaram a morte a mais de 40 pessoas e «o número de mortos poderá aumentar», admite Francisco Ramos, o secretário regional dos Assuntos Sociais.

Este estado calamitoso deixou milhares de pessoas com a única esperança voltada para o continente e com a fé de que melhores dias virão.



segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sismo no Haiti




Com cerca de 8 milhões de habitantes e uma área de cerca de 30 mil metros quadrados, o Haiti é o país mais pobre de todo o hemisfério ocidental, dado que aproximadamente 80% da sua população vive muito abaixo do limiar da pobreza. Além disso, O Haiti é um país que está constantemente sujeito a catástrofes naturais.

No dia 11 de Janeiro de 2009 pelas 21:35, este país foi abalado por um sismo de 7 graus na escala de Richter, tendo anteriormente as Ilhas das Caraíbas alertado o Haiti, República Dominicana, Cuba e Bahamas, para um possível tsunami, o que acabou por não se confirmar.
Como se o sismo não fosse suficiente, surgiram 3 fortes réplicas com as seguintes magnitudes: 5,9; 5,5 e 4,8 na escala de Richter.
Segundo o Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, o epicentro do abalo localizou-se a cerca de 16 quilómetros de Port-au-Prince e a dez quilómetros de profundidade. Neste lugar, que depende fortemente da ajuda internacional no terreno, ruiu o hospital da cidade de Port-au-Prince em resultado do tremor de terra, segundo fontes como a Associated Press, tal como o Palácio Presidencial que também sofreu danos, tendo grande parte deste ficado destruído. O mesmo aconteceu a muitas outras dezenas de edifícios. Este terramoto causou, ainda, cortes das comunicações móveis e terrestres com a capital do Haiti.
Tal como o número de estragos, o números de mortos e desaparecidos é incalculável, mas estima-se que mais de 100 000 tenham perdido a vida nesta catástrofe.

Muitas organizações a nível mundial estão, neste momento, a ajudar a remendar este inevitável acontecimento e você pode fazer o seu próprio donativo, se assim desejar. O donativo pode ser feito a partir dos links abaixo:

http://www.globalgiving.org/projects/emergency-earthquake-relief-fund-for-haiti/

https://secure.unicefusa.org/site/Donation2?df_id=6680&6680.donation=form1

http://www.haitianhealthfoundation.org/

http://www.hopeforhaiti.com/

http://www.worldconcern.org/

http://www.worldvision.org/

http://www.childcareworldwide.org/

http://www.care.org/

Obrigado!